quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Lendo O Príncipe da Neblina, de Carlos Ruiz Zafón


Reverte e Zafón: dois escritores espanhóis. Embora a obra de Reverte seja bem mais profícua e mais completa, o certo é que ambos são consagrados. Em comum têm um estilo baseado na emoção e na criatividade. Os valores são, em ambos, os da alma espanhola: os da honra e do sangue. Mas Zafón e Reverte têm algo mais em comum: começaram a ter sucesso nos inícios da década de 90. Se A Sombra da Águia foi um marco na fase inicial de Reverte, O Príncipe da Neblina (escrito em 1993 e só agora (!!!) publicado em Portugal) desempenhou esse papel na obra de Zafón.
Encetei a leitura deste livro, portanto, pela mesma razão que li A Sombra da Águia: para mergulhar nos primórdios da carreira do escritor.
Não espero, obviamente, deste livro, a genialidade de A Sombra do Vento ou de O Jogo do Anjo. Mas a arte e o talento de Zafón estarão aqui já patentes. Espero eu…
Imagem daqui-
Enviar um comentário